domingo, 4 de dezembro de 2011

Caríssimos responsáveis dos voluntários.

Desejo que tenham regressado bem às vossas famílias.

Mais uma vez, muito agradeço os belos dias construídos e vividos juntos no nosso congresso.

Continuamos a recordar os nossos mariapolitas celestes, sempre presentes entre nós.

Desta vez recordamos de modo particular o primeiro voluntário da Escócia - James Henderson.

Do seu perfil...Era na sua casa que a Dori, nas viagens que fazia, se hospedava e fazia os encontros do início do movimento em Glasgow.

... James e a sua mulher Kathlyn, ambos voluntários, e as suas duas filhas, tendo apenas o necessário para viver, deixavam o seu quarto para os hóspedes e dormiam onde podiam, sem o fazerem notar: Por exemplo, James dormia muitas vezes na mesa da cozinha.

..... James era definido por todos como um “homem justo”. Num dos primeiros encontros com a Dori, querendo dar tudo a Deus, deu o seu relógio de ouro, a única “segurança material” que possuía…..Nos últimos tempos a sua capacidade física estava muito diminuída, mas o seu espírito não.

Num encontro em Outubro, depois da leitura da Palavra de Vida de Novembro relativa ao estar vigilante, falou com a paixão que o caracterizava de vivermos recomeçando sempre e contou como tinha recomeçado a ir à Missa todos os dias, às oito da manhã, superando-se a si mesmo, levantando-se, apesar do intenso frio escocês.

James é uma figura excepcional que consideramos como um pai da Obra na Escócia…Era um filho fidelíssimo de Chiara, a quem o ligava um amor profundo, alimentado também pela filha Thérèse, que até há pouco tempo fez parte do Gen Verde.

Até ao fim o seu lema foi: ”Quero fazer apenas a vontade de Deus”. Pouco depois da meia-noite do dia 23 de Novembro, na presença da sua mulher e da filha Kathlyn, também ela voluntária, entrou em coma e partiu acompanhado por Jesus no Meio.

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