quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Ontem (22 de agosto de 2012) a noite, dia de Nossa Senhora Rainha, partiu a nossa Araceli.
A missa de corpo presente será às 15:00 e o sepultamento às 16:00 horas na Mariápolis Ginetta.
Vamos agradecer a Deus por sua existência no meio de nós.

"Vai formosa e bela"
Foto


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Crise de relacionamento é mais grave do que a econômica

Terça-feira, 21 de agosto de 2012, 15h54

Agência Ecclesia


Site do Movimento
Maria Voce durante visita a Cidadela Arco-Íris em Portugal
“A humanidade vive uma crise que não é tanto política, econômica, financeira, mas de relação e relacionamento”, afirmou a presidente do Movimento dos Focolares, Maria Voce, que visita Portugal pela primeira vez.

A visita, iniciada na quarta-feira, 15, acontece no seguimento da comemoração do 15º aniversário da fundação do centro de atividades do movimento em Portugal, a ‘Cidadela Arco-Íris’, situada no Concelho de Alenquer, a cerca de 45 km de Lisboa. Maria Voce permanece no país até amanhã.

Diante dessa crise da humanidade, a responsável assume como prioridade do Movimento dos Focolares a necessidade de “curar” os relacionamentos entre “pessoas, grupos, Estados” na sociedade atual.

Para a presidente, a atual crise pode levar as pessoas a “olharem mais para as necessidades dos outros, a serem mais solidárias”, embora a situação não seja “positiva”, em si própria.

Maria Voce, que integra o Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, da Santa Sé, sublinha a importância de “caminhar em conjunto” com as pessoas de hoje, incluindo as de outras religiões, para “descobrir os dons que existem nas outras realidades”.

“Aquilo que é pedido à Igreja é que seja todo o Povo de Deus a anunciar Cristo ao mundo”, acrescentou, antes de recordar que cada vez menos pessoas entram nas igrejas. [As pessoas] “estão no trabalho, na rua, mas com a mesma sede, a mesma necessidade de Deus”, disse.

Em relação ao Ano da Fé, que a Igreja Católica vai viver entre outubro de 2012 e novembro de 2013, a presidente do MF diz que é uma oportunidade para redescobrir “o valor do Transcendente, a paternidade de Deus”.


Maria Voce

Nascida em Ajello Calabro, na região italiana de Cosenza, a 16 de julho de 1937, Maria Voce assumiu a liderança dos Focolares em 2008, sucedendo a Chiara Lubich, que faleceu em março daquele ano.

A italiana admite que a sua missão implica uma “grande responsabilidade”, mas sublinha que o carisma dos Focolares é de “comunhão”, pelo que existe uma partilha desse encargo.

Fundado em 1943, na cidade italiana de Trento, o Movimento dos Focolares assumiu-se inicialmente como uma força de renovação espiritual e social no contexto da II Guerra Mundial.

Maria Voce mostra-se “felicíssima” com a situação do MF em Portugal, que apresenta como “uma pequena semente que pode dar fruto”.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Há alguns dias postei um e-mail e falando pessoalmente com algumas pessoas sobre a saúde do João Tadeu 60 anos(completado no ultimo dia 23 Julho) – voluntário de Ribeirão Preto – que vinha lutando contra um cancer a mais de 2 anos, na ultima semana a situação se agravou ele foi internado na quarta-feira e na sexta-feira cumpriu sua missão aqui na terra. Nós voluntarios, a família, a comunidade de Ribeirão Preto e a Obra em SP agradecemos as orações e unidade construída durante todo esse período, na certeza de que o João Tadeu se encontra no paraíso – e agora intercendo pelos nossos pedidos – porque como ele sempre nos dizia nessa fase final da sua caminhada que tirando o exemplo de Chiara Luce, vivia cada “milionésimo” de segundo fazendo somente a Vontade de Deus. Ele depois de descobrir o Ideal e fazer dessa descoberta também do seu ideal de vida, juntamente com a esposa que também é voluntaria, foram os braços da Obra para todos os setores na região.
Exiba Ultima Foto do João.jpg na apresentação de slides

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Festa da Assunção de Maria

«Caríssimos, que vieram à Budapeste para celebrar o 40º aniversário do nascimento dos “voluntários”, que a todos chegue a minha mais cordial saudação.
Não foi por acaso que vocês escolheram como sede deste importante congresso, Budapeste, a capital da Hungria, país de onde partiu a primeira centelha dessa realidade — uma das mais viçosas ramificações do Movimento dos Focolares — que logo haveria de alastrar-se na Itália, na Europa e no mundo inteiro.
Foi a nossa resposta àquele anseio de liberdade, domado no sangue de quem queria arrancar Deus da
sociedade e do coração dos homens.
Foi também o nosso eco ao apelo aflito que o papa Pio XII lançou ao mundo naquela ocasião: “Deus! Esse nome, fonte de todo direito, de toda justiça, de toda liberdade, ressoe nos parlamentos, nas praças, nas casas e nas oficinas…”
Foi então que homens e mulheres de todas as idades, nacionalidades, raças e condições diferentes, ligados pelo vínculo do amor mútuo, uniram-se para formar um exército de voluntários: “os voluntários de Deus”.
A história vocês conhecem ou será contada nesses dias. Talvez haja entre vocês quem viveu “aquela história” em primeira pessoa. “Voluntários”, a vocação de vocês é esplêndida!

A exemplo dos primeiros cristãos, vocês, por amor, de livres que são, tornaram-se escravos de Jesus, que espera o testemunho de vocês no mundo, justamente onde Ele não é conhecido ou não é amado.
Vocês são “voluntários de Deus”, portanto, nada lhes é impossível, porque Ele está com vocês. Aproveitem desta circunstância para pedir a Ele e a vocês grandes coisas. Peçam a Ele que, com a vida de vocês, possam continuar a desencadear a revolução do Evangelho, que o mundo espera, fundamentada no amor.
E não encarem a vocação de vocês apenas como alguma coisa espiritual e intimista.
A Espiritualidade da Unidade já abre vocês para os irmãos! Mas vocês são chamados a inserir nas estruturas da sociedade, ao seu redor, o fermento divino que pode transformá-la em humanidade nova em seus diversos mundos, no mundo familiar e eclesial.
Quem não estiver impedido pela idade ou por outros motivos, lance-se, portanto, nessa fantástica vocação leiga, confiada exatamente aos leigos. Peçam a Deus que este mundo mude, inclusive por meio de vocês, e não sosseguem enquanto não constatarem nele rebentos duradouros. Todos nós na Obra estamos com vocês nessa festividade, recordando, fazendo propósitos, lançando-nos.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Palavra de Vida


“Todo aquele, pois, que se declarar por mim diante dos homens, também eu me declararei por ele diante do meu Pai que está nos céus. Aquele, porém, que me renegar diante dos homens, também eu o renegarei diante de meu Pai que está nos céus”. (Mt 10,32-33)

Essas palavras são muito confortantes e encorajadoras para todos nós cristãos. Com elas, Jesus nos exorta a viver coerentemente a nossa fé Nele, já que o nosso destino eterno depende da atitude que tivermos assumido em relação a Ele durante a nossa existência terrena. Se nos tivermos declarado por Ele, ou seja, se o tivermos testemunhado diante dos homens – diz Ele – lhe daremos motivo para que Ele nos testemunhe diante de seu Pai; se, pelo contrário, o tivermos renegado diante dos homens, também Ele nos renegará diante do Pai.

“Todo aquele, pois, que se declarar por mim diante dos homens, eu também me declararei por ele diante do meu Pai que está nos céus. Aquele, porém, que me renegar diante dos homens, também eu o renegarei diante de meu Pai que está nos céus”.

Jesus lembra-nos o prêmio ou o castigo que nos esperam depois dessa vida, porque nos ama. Ele bem sabe – como disse um antigo Padre da Igreja – que às vezes o temor de uma punição é mais eficaz do que uma promessa estimulante. Por isso Ele alimenta em nós a esperança da felicidade sem fim e, ao mesmo tempo, justamente para nos salvar, suscita em nós o temor da condenação.
O que lhe interessa é que cheguemos a viver para sempre com Deus. Além do mais, essa é a única coisa que tem valor: é o objetivo pelo qual fomos chamados à existência. De fato, somente com Jesus atingiremos a completa realização de nós mesmos, a plena satisfação de todas as nossas aspirações. É por isso que Ele nos exorta a “testemunhá-lo” desde já, aqui na terra. Se, pelo contrário, não quisermos ter nada a ver com Ele nesta vida, se agora o renegarmos, quando tivermos que passar para a outra vida, nos encontraremos excluídos Dele para sempre. Portanto Jesus, ao término de nossa caminhada terrena, não fará outra coisa senão confirmar, diante do Pai, a escolha que cada um de nós tiver feito nesta terra , com todas as suas consequências. E ao referir-se ao juízo final Ele nos manifesta toda a importância e seriedade da decisão que tomamos aqui na terra; com efeito, está em jogo a nossa eternidade.

“Todo aquele, pois, que se declarar por mim diante dos homens, eu também me declararei por ele diante do meu Pai que está nos céus. Aquele, porém, que me renegar diante dos homens, também eu o renegarei diante de meu Pai que está nos céus”.

Então, como podemos tirar proveito dessa advertência de Jesus? Como podemos viver essas suas Palavras? É Ele mesmo que responde: “Todo aquele que se declarar por mim…” Portanto, decidamo-nos por Ele diante dos homens com simplicidade e franqueza. Vamos vencer o respeito humano! Vamos sair da mediocridade e das concessões, coisas que tiram toda a autenticidade da nossa vida, inclusive como cristãos! Lembremo-nos de que somos chamados a ser testemunhas de Cristo: Ele quer chegar a todos os homens, justamente através de nós, com a sua mensagem de paz, de justiça, de amor.

Vamos testemunhá-lo onde quer que nos encontremos: por motivos de família, de trabalho, de amizade, de estudo, ou devido às diversas circunstâncias da vida. Demos esse testemunho primeiro com o nosso comportamento: com uma vida honesta, com a pureza dos costumes, sendo desprendidos do dinheiro, participando das alegrias e dos sofrimentos dos outros. De modo especial, testemunhemo-lo com o nosso amor mútuo, com a nossa unidade, de modo que a paz e a alegria, prometidas por Jesus a quem está unido a Ele, possam inundar o nosso ser já desde esta terra, transbordando sobre os outros. E quando alguém nos perguntar por que nos comportamos dessa forma, por que somos tão serenos, embora vivendo num mundo tão atribulado, respondamos simplesmente, com humildade e sinceridade, com as palavras que o Espírito Santo nos sugerir, dando assim testemunho de Cristo também com a palavra, inclusive no plano intelectual. Então, quem sabe, muitos daqueles que o procuram poderão encontrá-lo. Em outras ocasiões poderemos ser mal interpretados, contestados; poderemos nos tornar objeto de zombaria, até mesmo de aversão e de perseguição. Também quanto a isso Jesus nos avisou, dizendo: “Se me perseguiram, perseguirão a vós também” (Jo 15,20). Também esse é um sinal de que estamos no caminho certo. Por isso continuemos testemunhando-o com coragem, também em meio às provações, mesmo a custo da nossa vida. A meta que nos espera vale isto: o Céu, onde Jesus, que nós amamos, nos testemunhará diante de seu Pai, por toda a eternidade.


Esta Palavra de Vida foi publicada originalmente em julho de 1984